22
Abr
09

Homenagem ao DEVO

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11
Fev
09

Os Caça-Minas 002

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Este novo capítulo é nitidamente inferior ao primeiro. Mas, melhor alguma coisa do que nada, concorda? O fato é que o primeiro tinha uma coisa muito interessante, ao mesmo tempo que os soldados sugeriam um contexto, a situação era completamente outra, e isso deixava a história mais engraçada. Já nesta, os soldadinhos são soldadinhos realmente, e a única graça são as imagens. Vamos ver no próximo capítulo, o que eu consigo…

10
Dez
08

Os Caça-Minas – 001

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Para ver mais fotonovelas, selecione a categoria.

09
Dez
08

Feirão do Automóvel – 001

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16
Ago
08

Álbum em PDF para explorar

Criei um álbum em PDF numa folha enorme de papel (virtual, naturalmente) e publiquei para ver se é divertido de navegar.

miniatura

A brincadeira é fazer zoom na foto que você quer ver, e percorrer as
outras arrastando a imagem, que é enorme, com a mãozinha do PDF.
Vejam o que vcs acham…

31
Mar
08

Dirk Valentine

Um dos mais bonitos jogos steampunk que já encontrei. Dirk Valentine pode não ter a maior jogabilidade que você já viu, mas é lindo, e totalmente dentro da linha ficção- científica- retrô, com implausíveis máquinas sofisticadas movidas a vapor, equipamentos mecânicos que se comportam como plasma e engrenagens que levitam. Bárbaro. Obrigado, Jay.

(PS: Retiro o que disse sobre jogabilidade; voltei ao Dirk Valentine e percebi que eu estava com um neurônio a menos quando disse que não era bom de jogar; na verdade, é ótimo, um dos melhores jogos de flash que já surgiu).

25
Mar
08

Starcraft

Terran 10 – A Queda do Martelo

(as fases anteriores, 1 a 9, não são tããão difíceis assim, esta é que realmente deu trabalho)

Abandonado no planeta, tenho que enfrentar forças muito poderosas para destruir o canhão de íons e manter Raynor vivo. O maior problema são os ataques de fantasmas.

Devido aos amplos problemas com ataques inesperados de fantasmas, suponho que a melhor estratégia seja construir lança-foguetes para proteger os avanços das forças, ou utilizar naves de pesquisa, embora elas sejam bastante frágeis. Ou minas aranha para proteger dos ataques.

De início, se você começar a explorar as coisas, será logo atacado por um fantasma oportunista que vai simplesmente dizimar as poucas forças que você tem no início do jogo. O melhor é construir logo um pólo de engenharia para começar a construir lança-foguetes.

É difícil mesmo. Alem de fazer tudo isso, ainda tem que se preocupar com o lado direito da base, onde eles podem se infiltrar para matar o Raynor.

A Difícil Vitória

starcraft

Depois de muito apanhar, eu consegui vencer. Como em outras fases, é mais uma questão de paciência e de preparo: crie novas bases, e abuse da proteção com lança-mísseis.

Em vez de sair lutando com o inimigo, colonize. Inicialmente estabeleça as suas forças na base original, proteja-a com lança-mísseis e, depois que conseguir uma nave de pesquisa para “dedar” os fantasmas, reúna uma força razoável de uns seis robôs, uns dez soldados e um tanque e vá para leste, onde há uma plataforma com minério e gás vespene. Ali, com um ou mais VCEs, monte uma nova base e construa uns dez lança-mísseis ao redor. Os lança-mísseis são o calcanhar de aquiles do inimigo. Ele não consegue se aproximar nem com naves, nem com fantasmas.

O mais importante de colonizar é que se você não fizer isso, vai ficar logo, logo sem gás vespene, e não terá como construir as forças e armas de que precisa para cumprir sua missão.

starcraft2

Depois que essa base estiver funcionando, colhendo minério e gás a rodo, agüentando os ataques periódicos que fatalmente irão acontecer, junte outra força semelhante, ou maior, e vá para o centro da tela, onde há também minas de gás e minério prontas para serem exploradas. Essas minas estão mais expostas, e a defesa se faz novamente com um monte (um monte!) de lança-mísseis.

Daí para diante é fácil. Ataque as forças que estão a oeste, onde você pode até montar mais uma exploração de gás e minério. Construa uns cinco cruzadores e ataque a base de defesa do canhão de íons, sem se expor muito. Volte, conserte os cruzadores, ataque de novo. Volte, conserte, ataque.

As forças que estão a Nordeste do mapa estão extremamente bem protegidas, é perda de tempo atacá-las. É dali que saem os ataques eventuais à sua segunda base, a Leste, mas você conseguirá resistir se tiver se protegido bem. Cumpra seu objetivo destruindo o canhão de íons e assista à bela seqüência cinematográfica como prêmio por uma missão cumprida. E comprida – para mim, duas horas de jogo, sem contar as derrotas anteriores.

27
Fev
08

Fallout 1

(resolvi registrar o progresso do meu jogo Fallout pelo blog. Talvez seja também uma forma de ter ajuda de outros fãs do fallout 1 para jogar)

Junktown

Já acabei com a gang dos Skulz, já convoquei o cachorro (como é mesmo o nome dele?), agora estou com a seguinte questão: aceitei o pedido de Killian Darkwater para espionar Gizmo, o dono do cassino, e aceitei o pedido de Gizmo para matar Killian. Na verdade, não pretendo matar Killian, mas se eu puder levar a gargantilha (necklace) de Killian para Gizmo, ganho algum. O problema é que Killian não confia muito em mim e não me deixa entrar no escritório, onde, suponho (devido a uma dica de um walkthrough) está a gargantilha.

O que vou fazer é ir completar outras partes do jogo, para conquistar confiança das pessoas e depois voltar e ver se consigo convencer Killian a me deixar entrar no escritório. Ou talvez eu estoure uma dinamite para distrair Killian e os guardas.

Mas agora mesmo o que vou fazer é ver o que consigo do Doc Morbid.

fallout08.jpg

Laboratório do Doc Morbid

Desci lá no laboratório, encontrei o anão preparando espetinhos de
carne de gente para o Iguana Bob, do Hub. Matei o anão e subi para
matar Doc Morbid. Tudo bem ganhei alguns pontos de experiência e uns
equipamentos valiosos dos capangas do doutor, mas acredito que havia
mais alguma coisa apra fazer aí, que não descobri. Abaixo, eu, Ian e
Dog Meat no subterrâneo do laboratório, com o anão morto. A caixa do
lado está cheia de carne de gente.

fallout09.jpg


Para o Hub

Deixei Gizmo e Killian esperando, enquanto isso dei um jeito nos Skulz
e ganhei um bocado de confiança e dinheiro. Também consegui convencer
outro guerreiro, que fica no bar de Junktown, a me acompanhar.

Para não ter que matar os Skulz sozinho, faça o seguinte. Vá em algum
momento ao bar, o Skumpitt, fora do horário de funcionamento, de manhã,
por exemplo. Roube a urna e leve aos Skulz, como prova de que você é
realmente malvado. Eles convidam você para dar um jeito no Neal, dono
do bar, você diz que vai mais tarde e corre para dizer ao guarda da
entrada de Junktown que os skulz querem matar Neal. Aí você dá um jeito
neles.

Outra coisa interessante é que é importante falar com as pessoas que
pediram ajuda depois que a missão foi realizada, aí você ganha alguns
pontos de experiência extras. No caso, depois da luta com os Skulz,
voltei e falei com o guarda de dia e ganhei mais 500 pontos.

Ah, Sherry, que era dos Skulz, só fala com você algum tempo depois da missão, para se “regenerar”.

Agora, vou embora de Junktown porque descobri (espiando em alguns
walkthroughs) que só no Hub vou encontrar a gargantilha que o Gizmo
quer. E que serve para dois quests, um no Hub (círculo dos ladrões) e
um em Junktown. Vamos ver se dá certo.

Até breve, Junktown!

13
Nov
07

DEVO em São Paulo

Fui ao show do DEVO neste sábado, 10/11/07, uau! Agora sim, me sinto uma pessoa totalmente DEVOluída.

ingresso devo
(foto do Terra e minha entrada)

Fui com o Max e a Alice, que tinham convites VIP, os malditos, vi o final do muito bom show do Datarock, o Cansei de Ser Sexy, a Lily Allen de longe, e o maravilhoso incrível incomparável DEVO. Nunca pensei que eles tivessem tantos fãs em SP, foi bárbaro, emocionante e, claro, chorei que nem um bezerro desmamado. Eles estão grisalhos, barrigudos, pelo menos o Mark Mothersbaugh, mas o show foi o máximo. Eles abriram com Time Out for Fun, tocaram Peek-A-Boo, Satisfaction e a fantástica Mongoloid, e muitas outras, mais de uma hora de show. Eles jogaram chapéus vaso de planta, bolinhas e seus uniformes amarelos para a platéia. Eu estava a uns dez, quinze metros do palco e aproveitei cada momento da experiência.

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08
Jan
07

Enigmas? Bah!


Jogando um dos melhores adventures já criados por produtores independentes, Out of Order, reforcei ainda mais a minha convicção de que não é a estrutura tradicional de adventures que me interessa, ou seja, basear o jogo pesadamente em enigmas difíceis de resolver. Para o jogador experiente de adventures,e eu não me considero um, sou no máximo um iniciante avançado, considerando que a maioria dos usuários mal entende a idéia de funcionamento de um adventure, continuando, para o jogador experiente, talvez os enigmas de Out of Order sejam razoavelmente fáceis de resolver, mas simplesmente não vejo a graça de ficar horas experimentando todas as possibilidades até descobrir que utilizando A em B e fazer C para avançar um pouquinho na trama. O que me interessa é a trama, é a história, não ficar inventando charadas que tornam o jogo inacessível e obrigam quase todo mundo a usar um walkthrough para chegar ao fim.

Por exemplo, um clássico dos adventures é Grim Fandango: imagens estilo retrô maravilhosas, diálogos sensacionais, trama interessantíssima. Mostrei o jogo para a minha irmã mais velha, e ela adorou. Isso, eu jogando, andando, resolvendo os enigmas. Mas quando dei o jogo para ela, a Emy simplesmente não conseguiu jogar. Não acho que ela seja menos do que qualquer usuário médio de computador, o que ocorre é que a forma de pensar dos adventures é muito específica e voltada para os iniciados, e talvez seja por isso que eles praticamente desapareceram do mercado atualmente. Pouca gente tem saco de ficar percorrendo a mesma cena durante horas para ver se descobre uma solução num cenário em que praticamente não há dicas do que pode ser feito.

Portanto, o meu adventure será mais baseado na trama que nos enigmas, e os enigmas terão mais dicas para serem solucionados.




johnny bright

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